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O Quarto de Jack (Livro + Filme)

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Quando vi o trailer de “O Quarto de Jack” fiquei extremamente empolgada para assistir, ultimamente tenho deixado o romance um pouco de lado e me aventurado em filmes que envolvem drama e suspense, mas quando soube que o longa era uma adaptação do livro “Quarto” de Emma Donoghue, lançado em 2010, eu decidi ler antes de assistir.

“Quarto” conta  história de Jack , um garoto de cinco anos que vive com sua mãe em um quarto. Todas as experiências e vivências acontece somente dentro dessas paredes. Sua mãe vive lá desde que fora raptada pelo Velho Nick, como Jack o chama, há sete anos. Todas as noites esse homem vem visita-la e Jack fica dentro de seu guarda roupa protegido.
Mesmo morando em um pequeno espaço, Jack e sua mãe conseguem usar a criatividade e passar o tempo lá. Para ele o que existe fora do quarto é o espaço sideral. Há sete anos vivendo como uma prisioneira, ela decide criar um plano de fuga e Jack seria o único a ajudá-la.

O livro é narrado pelo menino, então é uma leitura tranquila, não tem palavras difíceis ou coisas do tipo, mas consegue ser exaustiva devido a repetição de acontecimentos. Os capítulos contam desde a hora que eles acordam até a hora que vão dormir, detalhando uma rotina que já foi dita na página anterior. Eles leem, assistem TV, afastam os móveis, comem nos horários permitidos, tomam banho… Enfim, você já sabe tudo o que aconteceu antes e o que vai acontecer quando ele acordar. Por isso o livro é chato, como li a versão de e-book, não consegui nem chegar aos 30% da leitura (segundo o próprio Kindle), de tão cansativo que é.

Como o livro não me despertou nada de muito interessante decidi assistir o filme. ele foi lançado no começo deste ano (2016) e é baseado na história acima e infelizmente minha experiência foi tão ruim quanto a do livro.  Quando comecei a assistir o filme me desapontei com algumas coisas, mas a culpa é minha, já que sempre imagino o cenário e personagens completamente diferentes, mas tirando isso… O filme é tão parado quanto o livro, pelo menos no começo, em 20 minutos eu já estava com tédio e prestava atenção em tudo a minha volta, exceto na história.
 Eu não terminei nenhum dos dois, não foi algo que me cativou ao ponto de querer me aprofundar de vez na história, por mais que pareça interessante.

Você já assistiu ou leu? Se sim, me conte o que achou, quem sabe não mudo de opinião e decido continuar.

Beijos da Gii

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A Garota no Trem

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Desde que comprei um Kindle – foi em 2014- o acesso por novos livros ficou muito mais fácil. Sempre sai algum eBook novo, mas fazia tempo que eu não encontrava algo tão bom quanto “A Garota no Trem”, toda vez que procuro algo para ler encontro histórias de amor vazias, textos rasos sem emoções e quase sempre são: um capitulo de amor, um de briga e um de sexo, e assim até acabar a história. Monótono! Eu não gosto disso sabe, quando eu vou ler algo eu me jogo, me orno o personagem principal, vivo aquilo intensamente. Acho que só esse ano –que nem começou direito- eu já desisti de uns cinco,seis livros, mas isso mudou quando decidi dar uma chance ao livro de Paula Hawkins.

 A Garota no Trem é um livro de suspense que exige muita atenção, já que há três mulheres que contam suas histórias neste livro. Sim, três mulheres: Rachel, Anna e Megan, todas elas estão conectadas de alguma maneira. Antes de o capítulo começar em cima vem escrito de quem é “cena” a seguir. No começo eu fiquei bastante confusa porque achava que os nomes eram apenas títulos dos capítulos e que cada um seria o nome de alguém, mas na verdade não, então eu fiquei perdida, mas consegui me achar na leitura (desculpe pela lerdeza).

» Tudo começa com Rachel, uma mulher divorciada que vive no apartamento de sua amiga de faculdade,  ela tem por volta de seus trinta e poucos anos e acabou de ser demitida. Sua vida não é nada empolgante, ela é uma alcoólatra que usa a bebida para esconder sua dor, afinal ser deixada pelo amor de sua vida após anos e anos juntos não é muito legal. Todo dia ela pega o mesmo trem com destino a Londres por volta das oito da manhã, durante o trajeto ela se depara com as mesmas paisagens: casas,  galpões, caixas d’água… Mas uma casa em particular sempre se tornou sua favorita, a casa de número 15. Lá vive um casal de jovens, Rachel vê sempre aquele casal, desde que eles se mudaram para lá, então é como se cada dia fosse um capítulo da novela de “Jess e Jason” , ela mesmo decidi dar esses nomes à eles-. Rachel imagina uma vida perfeita para o casal, com muito romance e momentos fofos, mas isso tudo muda quando um dia ela vê “Jess” beijando outro rapaz. Dia depois Rachel descobre que Jess na verdade se chama Megan e que ela está desaparecida. Ela então decide contar para a polícia o que viu um rapaz com a garota um dia antes de ela sumir, mas acaba se envolvendo demais na história quando Anna, a atual mulher de seu ex-marido e vizinha de Rachel, conta para a polícia que Rachel estava embriagada e em sua rua quando Megan sumiu. Por conta do seu vício, ela sofre de amnésia alcoólica, onde não se lembra de nada o que ocorrera na noite anterior.
 Será que Rachel é culpada ou apenas uma vítima da frase “lugar errado na hora errado” ?

Eu simplesmente me empolguei demais com este livro, eu comecei a ler e não conseguia mais parar. Gosto muito de suspense, ainda mais quando envolve morte ou desaparecimento. O mais legal é que ao ver a vida sendo narrada pelas personagens, você nota que Megan e Rachel têm quase o mesmo perfil, ambas são cheias de problemas e tentam superar.

Curiosidade: Pesquisando um pouco mais sobre o livro e autora, descobri que este ano começam as gravações para o filme baseado na história. Se estou empolgada com isso? Não vou mentir e fingir ser aquelas pessoas que odeiam adaptações, porque para ser bem sincera eu simplesmente AMO adaptações! Sei que sofro porque os filmes não são tão fiéis às paginas impressas, mas mesmo assim é interessante.

Se você gosta de suspense e de livros fora do clichê, eu recomendo MUITO “A Garota no Trem”, você não vai se arrepender.
Agora, se já leu comente aí o que achou, ou se tiver mais livros de suspense para me indicar… Eu aceito!Sem-Título-1

Não se Ilude Não!

Fazia tempo que não trazia uma resenha de livro para o blog, mas isso não quer dizer que não estou lendo viu! É que depois que comprei o Kindle (farei um post sobre este e-reader perfeito) eu acabo lendo vários livros e esquecendo de contar aqui, mas vou mudar isso, juro!

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Enfim, a resenha de hoje é do livro “Não se Ilude Não” da Isabela Freitas, mesma autora do “Não se apega não” (resenha aqui), ganhei de aniversário de um amigo, ainda bem porque estava louca para ler a continuação das aventuras da Isabela.

Neste segundo livro, Isabela vai viajar com os amigos para Costa do Sauipe , acaba conhecendo um garoto lindo e se envolvendo com ele, Gabriel. Além disso sua relação com Pedro, seu melhor amigo, está um poco complicada. Isabela tem que enfrentar mil coisas durante esta viagem, lidar com a prima que é uma sem vergonha, com o fato do seu melhor amigo estar distante e namorar a prima dela; lidar com um novo sentimento e com Gabriel; conseguir um emprego na editora e tentar finalmente lançar seu livro… Dá pra imaginar o turbilhão de coisas que está garota está sentindo não é ? Por isso ela decidi criar um blog e compartilhar suas histórias.

O livro mistura as páginas do blog com os momentos em sua vida, cada post relata um acontecimento, que quase sempre é babado.

Isabela Freitas fez um ótimo trabalho! Continua transmitindo em suas páginas os conselhos que toda garota precisa ouvir, todas as verdades e aposto que você irá se encaixar em pelo menos uma situação. Sem contar algumas frases das quais me da vontade de grifar,mas se eu fizer isso, metade do livro será colorido.

Se você leu o primeiro, vai adorar a continuação e sentir um pouquinho de cada coisa pelo qual a Isa está passando, é impossível não se envolver!

Beijos da Gii

Billy e Eu

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Billy e Eu é um livro apaixonante!

A história é narrada em primeira pessoa, ou seja, pela Sophie. Uma garota que passou por alguns grandes problemas na vida. Perdeu seu pai quando criança, logo depois teve que cuidar de sua mãe com depressão e isso acabou afetando quem ela era. Sophie deixou de andar com os ‘amigos’ de sua escola, se afastou de tudo e todos. Assim que se formou decidiu não começar uma faculdade, e acabou arrumando emprego em uma loja de Chá e Bolos em sua cidade.
Sophie descobriu lá o que queria pra vida e encontrou uma grande amiga, Molly a senhora dona da loja. Nada de diferente acontecia na cidadezinha do interior da Inglaterra, até que uma equipe de filmagens decide gravar “Orgulho e Preconceito” lá. O galã de todas as grotas teens é o personagem principal, Billy que um dia entra na loja para passar o texto, em uma mesa afastada, e acaba se encantando pelo jeito de Sophie, ainda mais por ela não saber quem ele é. Billy pede pra Sophie passar o texto com ele, e assim surge uma grande amizade que logo vira um lindo romance.
Ela sempre foi acostumada a viver em uma cidade pequena e com coisas simples. De repente se vê morando em Londres, ao lado de um astro de cinema, e ainda tem lhe dar com a fama, o assessor chato de Billy e toda a mídia.

Billy e Eu foi escrito por Giovanna Fletcher, mulher do cantor Tom Fletcher da banda McFly e foi justamente isso que me fez comprar o livro. Sempre fui fã da banda e sabia que ela tinha lançado um livro, estava andando na livraria quando vi o nome dela e decidi comprar, sem ao menos saber a sinopse. Durante a leitura, percebi que Sophie tinha um pouco de Giovanna, que por ser casada com um cara famoso enfrenta até hoje vários problemas e criticas.

Dividido em quatro partes representando cada fase que Sophie esta passando. A leitura é bem gostosa, e é daqueles livros que você não tem vontade de largar um segundo, você acaba se entregando e logo parece que é você que está vivendo tudo aquilo.

Eu me encantei li o livro em três dias, e fiquei chateada – como sempre- assim que chegou ao fim. Espero que ela escreva mais livros, em breve, e que receba todo o sucesso merecido.

Não se apega, não.

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“Não se apega, não” é um livro maravilhoso escrito pela Isabela Freitas, uma jovem de Juiz de Fora- MG.
Isabela é o nome da personagem principal. Talvez seja ela em alguns momentos, ou só coincidência, mas o mais importante são as histórias que ela conta. Um livro onde retrata os casos de Isabela e de como ela ‘superou’ ou entendeu o que cada um significava, e é com essas histórias sempre acompanhadas de uma boa moral, que torna o livro perfeito.

Eu não conhecia a história até uma amiga me enviar as duas primeiras páginas no Whatsapp, e foi assim que me encantei, queria comprar, mas o melhor foi quando ganhei de presente de outra amiga. Fica a dica: Amo receber livros.DSC03591

Não tinha uma escritora brasileira favorita até ler este livro. Sabe aquela melhor amiga que te diz a verdade e não aquilo que você deseja ouvir? É este livro, ou melhor, a personagem que também se chama Isabela. Quanto mais lia, mais me identificava. Já passei por quase todas as situações que ela também passou, mas no final sempre tem um conselho ou algo que fale: “Ei, aconteceu isso, mas bola pra frente”.

Se você gosta de romance e de um ‘casos e acasos da vida’ vale a pena ler este livro. Cada linha, cada página, tem uma frase que você quer grifar, escrever na parede, tatuar… Aiai, é lindinho demais, e mal posso esperar pelo segundo \o/

Uma Página de Cada Vez

Uma Página de Cada Vez é um livro interativo, assim como o “Termine este livro” e “Destrua este diário”, a única coisa diferente é que você não terá que destruir ele, arrancar páginas, sujar nem fazer nenhum absurdo (desculpa, mas eu não tenho coragem de fazer algo do tipo com um livro).

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Como o próprio nome já diz, o objetivo é fazer uma página por dia. Parecido com um diário, há espaços em branco pra você escrever o que bem quiser, contar algo, se expressar, desenhar… E há outras páginas em que ele diz o que fazer.DSC03584

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Este livro foi criado pelo designer gráfico Adam J. Kurt, e tem 365 páginas, uma para cada dia do ano.

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Eu nunca tinha me interessado por livros assim, onde você que preenche as paginas, mas me interessei por ele por funcionar como um diário. Eu sou muuuuuito esquecida , então não faço uma página por dia, faço quando dá e dependendo do que quero expressar. Gostei da ideia de você conduzir as coisas de sua maneira, e de executar algumas tarefas . Se você é fã deste estilo de livros, deve experimentar “Uma Pagina de Cada Vez”.

Aproveite que o ano vai começar, que tal escrever durante 2015 inteirinho? No final será legal ver tudo o que você criou e passou durante o ano.

Top 5: Livros de Moda

Não há nada mais belo em uma decoração do que os livros. Um ao lado do outro, em ordem de tamanho, aiai até fico feliz só de imaginar aquele móvel lotado!

Sempre gostei de ler, e no meu quarto deixo os principais na minha prateleira, ou os que mais amo, e devo dizer que os de Moda se destacam logo de cara. Além da maioria deles ser grande, a capa sempre chama atenção, neste caso pode-se julgar um livro pela capa!

Para quem gosta de Moda, fotografia e um pouco sobre a história do vestuário, vale a pena ler:

  1. A Roupa e a Moda

    O livro conta sobre a história da roupa, desde a época dos homens das cavernas  que usam pele de animais como ‘casacos’ para se protegerem do frio, até o surgimento da moda em si .

    Um excelente livro para conhecer um pouco sobre o surgimento do vestuário.
    Foi o primeiro livro que li na faculdade, e logo me apaixonei.

  2. 100 anos de Moda

    Recheado de fotografias , uma mais interessante do que a outra! Em forma de imagens o livro  monta uma cronologia da moda até os dias atuais.

    Além de ter imagens perfeitas, e breves textos contando um pouco sobre a época e a moda, é bacana ver que o tempo e o momento que a sociedade vive é refletida nas vestimentas.
    E a capa é de se apaixonar <3

  3. Inventando Moda – Planejamento de Coleção

    O livro é dividido em capítulos onde aborda diferentes temas. Neste livro você encontra um pouco sobre história, o que é tendência, o que é moda, como planejar uma coleção, o que é ficha técnica, como administrar sua empresa e muito mais.

    Ótimo para quem está fazendo faculdade de Moda ou que se interessa pelo assunto.
    Apesar do nome parecer inteiramente para Estilistas o livro não é. Vale a pena.

  4. Historia Ilustrada do Vestuário

    Com muitos desenhos e imagens  este livro conta de maneira  simples e interessante sobre a historia da moda e a evolução das roupas.
    Um dos livros mais completos para quem é apaixonado por Historia da Moda (eu)

  5. Fashion Design – Manual Do Estilista

    Sabe aquele livro simples, importante e que te ajuda muito ? Pois bem, esse é um deles. Além de explicar os processos de planejamento de coleção, ele fala sobre marketing, desenho de moda, economia, portfólio, tecidos, marcas…
    Foi um dos meus primeiros livros que comprei e que me fez ficar ainda mais apaixonada por moda.

Se você se interessa por moda e tem outros livros para me recomendar, deixa um comentário aqui embaixo.

beijos

Entre o Agora e o Nunca

Entre o agora e o nunca” é o primeiro livro do romance escrito por Jessica Redmerski (J.A Redmerski) onde conta a história de Camryn Bennett e Andrew Parrish.

Camryn Bennett é uma jovem de 20 anos que já passou por muita coisa. Um ano atrás ela perdeu seu namorado em um acidente, seu irmão foi preso, seus pais são separados, e para ajudar o namorado da sua melhor amiga – Natalie- resolve se apaixonar por ela! Tudo o que Cam deseja é fugir dessa realidade e viver alguns dias felizes ou quem sabe uma vida. Pensando nisso ela decide pegar um ônibus para um estado distante do seu.  Durante esta viagem Camryn conhece Andrew, um jovem misterioso e atraente que está indo visitar o pai que está no hospital. Ele sente que deve protegê-la e ela sente uma conexão inexplicável entre eles.
 Quando Andrew chega ao seu destino final ele não quer deixar Camryn, e ela não quer voltar a viver ser um cara daqueles por perto. Ele não quer se apaixonar por ela, e o sentimento é recíproco, mas quem manda no coração? Voltando para a casa no carro de Andrew muita coisa pode acontecer na estrada.

Os capítulos são divididos, ora é Camryn contando ora é Andrew, e todos narrados em primeira pessoa, o que torna tudo muuuuuuuito mais emocionante!

Com certeza é um dos melhores livros que já li, fiquei totalmente apaixonada por Andrew desejando um romance como esse. Além disso, Andrew é apaixonado por rock clássico e Camryn por folk, durante a história eles citam varias musicas e bandas que vale a pena conhecer.  Um romance envolvente com amor, sexo e música.

Obs: O livro contem cenas ‘calientes’ de sexo,  por isso eu diria que a classificação é de 16 anos, mas cada um sabe o que lê né! Rs.

beijos

A probabilidade estática do amor à primeira vista

Todos vocês sabem o quanto eu amo uma história clichê, pois bem, achei mais um livro neste estilo. Tá, não é tãaaao clichê assim porque nunca li nenhuma história sobre um amor que acontece no aeroporto.

 “A probabilidade estática do amor à primeira vista” conta a história de Hadley, uma garota de Connecticut – EUA- de 17 anos, que tem uma viagem para Londres, só que o motivo não é férias e nem para se divertir, e sim o casamento de seu pai. Ela não tem uma ligação forte com ele, por isso está indo ao casamento porque sua mãe não para de insistir.
Hadley chega ao aeroporto quatro horas atrasada e perde o voo, mas consegue outro, que vai fazer com que ela chegue em cima da hora da cerimônia do outro dia.
Graças a essa mudança de horário ela conhece Oliver, um garoto britânico que está no mesmo voo que ela. Eles se conhecem no saguão do aeroporto e começam a conversar. Ele está indo para Inglaterra, mas todo momento que ela pergunta o porquê ele muda de assunto.
O voo tem exatas 7 horas. Sete horas para conhecer, dividir segredos, contar histórias e quem sabe se apaixonar.

O livro é muito lindo! Além de relatar o amor que surge entre eles, conta também sobre os dramas familiares e momentos difíceis que cada um está passando. O mais gostoso é que você não tem vontade de parar de ler nenhum minuto. Amei.
Ps. Estou louca para ler os outros livros de Jennifer E Smith.

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O Lado bom da Vida – Livro e filme.

Oioi gente linda, como vocês estão? Quem ainda tá de férias toca aí o/ ,haha!
Enfim, hoje vou fazer duas resenhas, uma do livro e outra do filme “O lado bom da vida”, que foi muito comentado.

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 Livro:
A história é sobre Pat, um cara que tem transtorno bipolar e foi mandado para uma clínica. Antes disso ele tinha uma vida normal, era casado com Nikki, trabalhava e apesar de não demonstrar o que sentia por sua esposa, ele a amava.
Pat fica por oito meses nessa clínica até que sua mãe decide retira-lo de lá. Pat volta para a casa dos pais, porém seu pai não é muito a favor de sua volta e até trata o filho com indiferença. Já sua mãe é muito atenciosa.
Ele vive malhando e correndo para esquecer as coisas com Nikki, como uma punição, porém ele tem um objetivo: conquista-la! Mas no meio do caminho acaba conhecendo uma moça Tiffany – cunhada de seu melhor amigo- que também já passou por muitos problemas e perdeu seu marido em um acidente.
Tiffany se apaixona por Pat , mas ele não se importa com ela, apenas quer ficar com sua ex-mulher.

O livro é magnífico, e eu fiquei muito empolgada, sempre queria saber o que Pat iria fazer pra conquistar Nikki, se isso realmente aconteceria… Enfim! O livro é MUITO bom.

Filme:
Toda vez que lançam algum filme baseado em um livro eu me decepciono – espero que isso não aconteça com “ A culpa é das estrelas” – e foi isso que aconteceu com este filme.
Tudo bem que os personagens são lindos : Bradley Cooper como Pat e Jennifer Lawrence como Tiffany, mas isso não foi o suficiente.
Eles simplesmente mudaram TODA  a história.O que é contato nas últimas páginas do livro  ele relata nos primeiros 15 minutos do filme. Quando Pat vê Nikki não é no mesmo lugar e situação. O que acontece entre ele e Tiffany é bem mais profundo nas páginas do que na tela.
Mas, se você gosta de drama com romance e prefere assistir do que ler… É um bom filme sim, a história é bacana. O que me deixou triste foi o fato da adaptação ser ruim em relação ao livro.

Ps. Toda vez que o autor comentar sobre a música que está tocando, se possível, coloque para tocar também. Você se sente como um personagem, como se estivesse vivendo aquilo tudo.  *-*.

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